Reajo no automático e só percebo depois.
Gritou, evitou, mandou a mensagem impulsiva — e só depois viu que não escolheu agir assim.
A corda foi puxada e você não viu qual fio disparou o movimento.
Suas emoções não surgem do nada. Elas são sustentadas por fios — pensamentos, regras, convicções — que se entrelaçam como uma corda. Quando um fio se distorce, forma-se um nó. E nós não se cortam: se afrouxam.

Quatro horas de experiência teórico-vivencial, guiadas por duas psicólogas. Sem jargão, sem palestra unilateral, sem promessa de cura milagrosa. Só ferramenta que você leva para a vida.
Gritou, evitou, mandou a mensagem impulsiva — e só depois viu que não escolheu agir assim.
A corda foi puxada e você não viu qual fio disparou o movimento.
A ansiedade, a raiva ou a tristeza chegam sem aviso. 'Não tem motivo, eu só acordei assim.'
A corda está sendo puxada por um fio invisível — um pensamento que passou despercebido.
Sempre que recebe crítica, reage do mesmo jeito. Sempre que precisa decidir, trava.
O nó se forma sempre no mesmo lugar — porque há uma regra interna reativando-o.
Reprime, se força a 'pensar positivo', corta a emoção na força — e ela volta ainda mais forte.
Tentar cortar a corda em vez de afrouxar o nó. A emoção volta porque o fio não foi tocado.
'Sinto que sou um fracasso, então sou.' 'Sinto que ele não gosta de mim, então é verdade.'
Confundir o nó com a corda inteira — achar que o pensamento distorcido é toda a realidade.
Acha que deveria dar conta sozinha, que precisar de ajuda é sinal de fraqueza.
Ter nós não é defeito. Nó é parte natural de toda corda.
Toda emoção é sustentada por um pensamento que veio antes. Não é a situação que faz sentir — é a interpretação.
Catastrofização, leitura mental, filtro negativo, tudo-ou-nada. Nomear é o primeiro passo para afrouxar.
Testar a realidade do pensamento e abrir espaço para uma resposta mais consciente — às vezes com a mão de outro.
Uma experiência teórico-vivencial ancorada em Terapia Cognitivo-Comportamental — traduzida na metáfora das cordas e dos nós.
Reconhecer a "voz da cabeça" que antecede a emoção e nomear o tipo de nó que está se formando.
Testar a realidade do pensamento — evidências a favor e contra — e gerar uma resposta alternativa realista.
Sair com o Contrato da Corda — seu plano pessoal para aplicar já na semana seguinte.
Você não precisa estar em crise para participar. Precisa ter emoções — o que inclui todo mundo.
Somos honestas sobre o escopo. Se você se identifica com algum destes casos, o melhor caminho é outro:

Duas psicólogas em co-condução viva. O fato de serem duas não é operacional — é parte do que se aprende: nós se desatam melhor com a mão de outro.
Traga uma corda de pensamentos. Leve, no fim do dia, um jeito de olhar para eles.
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